O sábado do Senhor
OBJETIVO DA LIÇÃO
Conscientizar o povo de Deus sobre a importância da santificação do Sábado e provar que este é, verdadeiramente, o dia do Senhor, a transgressão deste mandamento ou a sua substituição pela guarda do primeiro dia (domingo), não livra as pessoas de estarem contra a Palavra.
INTRODUÇÃO
O Sábado é o sétimo dia da semana e foi declarado santo pelo próprio Deus, na criação. Foi separado ou santificado, especialmente para o repouso do homem e culto ao Criador. É parte dos Dez Mandamentos e considerado como um sinal entre Deus e Seu povo. Diferentemente dos outros nove, este começa com um “Lembra-te”. Isto significa que Deus havia previsto o esquecimento e a indiferença da humanidade para com Seu dia de culto. Ao observarmos este dia, reconhecemos o único e verdadeiro Deus. O nosso Deus é o Criador e Seu dia santificado é o Sábado! Os que não o observam ou guardam outros dias, fazem descaso do Criador e se identificam com outros deuses, como o deus-sol dos pagãos.
QUESTIONÁRIO
1. Onde, quando e por que foi instituído a observância do Sábado?
Gên. 2-13; Êxodo 20:11. O Sábado foi instituído por Deus, na primeira semana da criação; destina-se ao repouso e culto e identifica o homem com o Seu Criador.
2. Que mandamento usou Deus para provar a obediência dos israelitas no deserto de Sim, antes mesmo de Moisés receber a Lei no Sinai?
Êxodo 16:4-6,23-30. Isto prova que o mandamento do Sábado é importante e mede nosso relacionamento e respeito para com nosso Deus. Poder-se-ia ser usado outro mandamento, mas Deus os provou pelo zelo ao Seu santo dia.
3. Faz o Senhor questão que se santifique o Sábado? Biblicamente, qual é o dia do Senhor? Qualquer um dos sete?
Êxodo 20:10; Isaías 58:13. O dia do Senhor é o sétimo dia da semana e não qualquer um entre os sete. É considerado santo dia de honra e dia de deleite espiritual. Os que o transgridem ou guardam outros dias, estão pisando no mandamento.
4. Que representa este dia para o povo de Deus? É só para os judeus?
Êxodo 31:13,17; Ezeq. 2:12,20. É um sinal entre Deus e Seu povo. Os gentios, incorporados na família de Deus, também são observadores deste dia, bem como de todo o Decálogo (Isaías 56:1-7;Êxodo 20:10; Rom. 2:25-29). O mandamento se aplica também aos empregados do crente.
5. Como fica o Sábado no N.T.? Foi observado pelos seguidores de Jesus?
Luc. 23:56. As santas mulheres, que seguiam e eram instruídas pelo Mestre, continuaram, mesmo após a morte dEle, a observar o Sábado, conforme o mandamento. Este não encerrou na cruz!
6. Em relação a este mandamento, qual era o costume dos judeus, Jesus e Seus apóstolos?
João 15:10; Luc. 4:16; Atos 15:21; 13:14,42; 16:13; 17:1,2; 18:3,4. Jesus guardava os mandamentos do Pai, inclusive o quarto. Os judeus adoravam neste dia e os apóstolos seguiram nesta fé. O domingo (1º dia da semana) era um dia dedicado ao deus-sol Tamuz, a maior divindade do paganismo. Foi introduzido na religião apóstata no IV século, com apoio do imperador Constantino.
7. Alguém dizia que Jesus violava o Sábado. É certo isto?
João 9:16; 5:18. Os judeus que rejeitavam a Jesus procuravam ocasião de O matar. Mentiam, não só dizendo que Ele quebrantava o Sábado, mas também que tinha demônios (João 8:48; 10:20). Se, na verdade, Jesus violasse o Sábado, Ele seria um pecador e eles não precisariam de mais nada para matá-lo, pois a lei lhes facultaria o apedrejamento. O fato é que isto era calúnia. Na verdade levaram Jesus ao Calvário, por ser Filho de Deus (João 19:7). Curas e evangelismo no Sábado, não o transgrediam (Marcos 3:1-6; João 7:32) mas contrariavam as tradições judaicas.
8. Que foi encerrado na cruz?
Efés. 2:15; Col. 2:14. Aquilo que na lei de Moisés era contra nós, incluindo os sacrifícios, circuncisão e os sábados cerimoniais fixos, que incorporavam as festas anuais (Lev. 23:8,21,24,28,32,35,38). Se o Sábado do Senhor tivesse sido abolido na cruz, as santas mulheres não o teriam guardado.
9. Como devemos observar este dia?
Isaías 58:13; Lev. 23:32; Neem. 13:19. Neste dia só devemos cuidar das coisas de Deus. Negócios, trabalhos materiais devem ser deixados. Empregados devem ser dispensados antes do pôr-do-sol de sexta-feira. As mulheres devem fazer os preparativos no sexto dia, antes do pôr-do-sol. Estes preparativos, incluem o alimento que, caso necessário, poderá ser aquecido. Quando se tratar de uma necessidade emergencial, não vemos por pecado preparar um alimento ou socorrer a alguém, desde que não seja cobrado pelo trabalho (Êxodo 12:16).
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A Vinda do Rei Jesus
Verso Áureo: "Eis que vem com as nuvens, e todo o olho O verá, até os mesmos que O transpassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre Ele ... "
(Apocalipse 1:7). Lição 16 - A Vinda do Rei Jesus o Messias e o Anticristo INTRODUÇÃO DA LIÇÃO O ensino de que haverá uma vinda silenciosa e secreta de Cristo, antes do aparecimento do homem do pecado, tem sido amplamente difundido e crido neste século. Muitos aceitam-no com pouca ou quase nenhuma investigação. Chocante quanto possa parecer, este ensino não era a posição da Igreja apostólica e nem foi ensinado pelos primeiros protestantes, os reformadores. Até por volta de 1830, ninguém ensinou isto. Se for então como defendem os futuristas, por que este assunto era desconhecido até aquela época? QUESTIONÁRIO 1. Pode Jesus vir a qualquer momento? Paulo orientou aos tessalonicenses (I Ts 4:16, 17) a respeito da vinda do Senhor e mais tarde, visto alguns estarem achando que o evento ocorreria a qualquer momento, esclareceu-lhes que existiam outras coisas a cumprirem-se antes, por ordem: 1) Apostasia; 2) revelação e manifestação do homem do pecado; 3) vinda de Cristo e nosso ajuntamento com Ele (II Ts 2:1-3). Este raciocínio contraria os futuristas, pois estes esperam os eventos na ordem: 3, 1 e 2, ou seja: Vinda de Cristo e nosso ajuntamento (3); a apostasia (1) e a manifestação futura do anticristo (2). No desespero de justificar a inversão da ordem dos acontecimentos, os futuristas chegam a afirmar que a palavra traduzida por apostasia, significa partida tentando colocar aí o arrebatamento (Opções Contemporâneas na Escatologia, pág. 114). 2. De onde se originou a idéia de uma vinda de Jesus em duas fases e de um rapto secreto dos santos? Esta doutrina surgiu de uma profecia dada por uma jovem chamada Margareth McDonald, na primavera de 1830. Ela afirmou, numa mensagem profética, que a vinda de Cristo seria vista somente por aqueles cujos olhos fossem espiritualmente abertos. Ela fez um relato manuscrito e remeteu cópias a vários líderes religiosos da época. Robert Norton, em 1840, publicou a revelação da profetisa em seu livro "The Restoration of Apostles and Prophets in the Catolic Apostolic Church" (A Restauração dos Apóstolos e Profetas na Igreja Católica Apostólica). Outro associado a idéia foi Edward Irving, um eloqüente pregador escocês, nascido em 1792. Alguns acham que o pioneiro deste pensamento, no entanto, tenha sido o católico Manuel Lacunza, que publicou em 1812 a obra em espanhol "A vinda do Messias em glória e majestade", traduzida para o inglês por Irving em 1827. 3. Por que sete anos no Céu? Que dizem respeito ao anticristo neste tempo? A interpretação futurista das setenta semanas, defende a chamada teoria "gap" ou teoria da diferença, ou ainda, um parêntesis na contagem das semanas de Dn 9:27. Ensina que as sessenta e nove semanas (483 anos), se estenderam desde a saída da ordem para reconstruir Jerusalém, em 457 a.C., até o ano 26, medindo o tempo para a vinda do Messias, o que é correto. Todavia, aí abrem um espaço que perdura até o rapto da Igreja, quando então recomeça a contagem da 70º semana, que seria de sete anos. Neste período final a Igreja fica no Céu com Cristo, enquanto que, aqui na Terra, reina num governo mundial, o homem do pecado, o anticristo. Detalhes nos próximos estudos... 4. O que vem a ser dispensações e em qual delas, segundo eles, é nossa era? Dispensacionalismo é um sistema de interpretação da Bíblia por revelação progressiva, que divide o plano de Deus para salvação do homem em distintas eras. Segundo Guilherme W. Orr e Lawrence Olson, estas eras são sete, a saber: 1) Inocência; 2) Consciência; 3) Governo Humano; 4) Promessa ou Patriarcal; 5) Lei; 6) Graça ou Eclesiástica e 7) Reino ou Governo Divino. Nós estaríamos na dispensação da Graça. 5. Segundo a teoria do rapto, quem está detendo ou impedindo a manifestação do anticristo? A presença da Igreja e do Espírito Santo na Terra! Em II Ts 2:1-3, Paulo foi explícito ao afirmar que a vinda de Cristo e nossa reunião com Ele (arrebamento, ajuntamento) não se daria, antes da apostasia e da manifestação do homem do pecado. Mostra que o impedimento não era por algo desconhecido ou obscuro. Ele e os tessalonicenses sabiam o que era. Ele teve o cuidado de não mencionar por alguma razão de segurança. Se, no entanto, se tratasse do Espírito Santo, não haveria razão para não dizer aos irmãos. Na verdade, tratava-se do Império Romano que, quando removido, abriu caminho livre ao papado. De Justino Mártir, Cirilo, Jerônimo e Irineu é nos dito que acreditavam ser o Império Romano o obstáculo ao anticristo. 6. Quando, segundo esta teoria, surgirão os 144 mil? Quem serão estes e que obra farão? Após o rapto, durante os primeiros 3,5 anos, converter-se-ão 144 mil judeus e estes tornar-se-ão grandes evangelistas. 144 mil Billy Grahams): A Terra jamais conheceu um período de evangelização como este e converter-se-á mais gente que em toda a história da pregação do Evangelho... Aqui cabe uma pergunta: Se é o Espírito Santo que converte e Ele já foi retirado da Terra no rapto, quem e como se converterá este povo? 7. Por que não é viável a crença num reinado mundial, sob um grande ditador humano, o homem do pecado ou o anticristo? Simplesmente porque a profecia de Daniel 2 e 7 apontam somente para quatro reinos mundiais, sendo que no fim do quarto, vem uma pedra que esmiúça os reinos. Esta pedra é identificada como sendo o Reino de Cristo. Não existe nenhum reino mundial humano, além destes quatro.
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A CEIA DO SENHOR
Para que não esqueçamos
"Fazei isto em memória de mim" (Lucas 22:19)
O cristão tem momentos que precisa lembrar? Estávamos perdidos no pecado, sem esperança e condenados à destruição eterna. Mas Cristo cedeu sua vida por nós, para redimir-nos dessa maldição. Fez isso quando ainda éramos seus inimigos (Romanos 5:6-11)! Lemos os últimos capítulos dos quatro evangelhos e ficamos abismados com o pecado, o orgulho, o ciúme e o ódio que o pregaram na cruz. Mas será que sabemos devidamente que, se esquecermos isso e vivermos como um mundano, estaremos crucificando-o e de novo expondo-o à vergonha (Hebreus 6:6)? Ou será que calcamos aos pés o Filho de Deus e profanamos o sangue da aliança com o qual fomos santificados e ultrajamos o Espírito da graça (Hebreus 10:26-30)?Se esquecemos a maldição do pecado e o horrendo sacrifício que foi necessário para libertar o homem desse pecado, estamos fadados a repetir esses pecados e agir como o cão que "voltou ao seu próprio vômito" e como a porca lavada que "voltou a revolver-se no lamaçal" (2 Pedro 2:20-22). Para evitar isso, devemos lembrar a morte, o sepultamento e a ressurreição de nosso Senhor!
Em sua sabedoria, o Senhor nos deu uma festa para sempre termos "Jesus Cristo," diante de nós. Ele não nos deu estátuas, cruzes, quadros, imagens ou qualquer coisa terrena, mas nos providenciou uma simples participação do pão asmo e do fruto de uva I Coríntios 11:17-33.) Mas a festa que ele nos proporciona está repleta de significado. O pão que representa o corpo de Cristo é sem fermento, mostrando assim que devemos lutar para viver acima do pecado, exatamente como ele fez (I Coríntios 5:6-8). O sangue que foi necessário para a nossa purificação é bem retratado pelo fruto de uva. Isaías 1:18, falando a esse respeito, diz: "Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã". Essa lembrança nos fará apresentar o nosso "corpo por sacrifício vivo santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Romanos 12:1).
A festa não apenas nos faz olhar para trás, para o sacrifício dele, mas também nos impulsiona a olhar para frente, com esperança. Ao lembrarmos a sua ressurreição, estamos sempre lembrando que isso é uma promessa da nossa própria ressurreição - e assim anunciamos "a morte do Senhor, até que ele venha". Com a lembrança de seu sacrifício por nós, a esperança de uma recompensa a coroa da vida e a sua palavra a nos orientar, como é possível falharmos?
A resposta a essa pergunta é que não falharemos se nos lembrarmos! Mas, assim como os israelitas esqueceram e perderam a vida, assim também podemos esquecer e perder a coroa da vida eterna. Paulo advertiu a igreja de Corinto que "muitos estão fracos, doentes e outros dormem" porque perderam o verdadeiro sentido da ceia do Senhor. Estavam tomando sem"discernir o corpo". Que insulto para Cristo é participarmos dessa festa sem pensarmos em seu sacrifício. O próprio ato que tem por objetivo ajudar-nos a lembrar acaba sendo assim o meio de esquecermos. Que isso não aconteça."Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia e sim com os asmos da sinceridade e da verdade" (I Coríntios 5:7-8).
Esta festa tem dia e hora marcada, é uma vez no ano, segundo o calendário bíblico dia 14 de Abib ou Nisã no seu inicio ou seja na parte escura no findar do dia 13 após O POR-DO-SOL no mesmo dia que o mestre Jesus instituiu.
Para sabermos a data correta pelo calendário bíblico não é difícil, pois a primeira lua nova após o equinócio de outono ou seja após o dia 20 de março inicia o ano conta-se 13 dias e na noite se realiza a Ceia do Senhor.
Que tipo de Pão devemos usar
Somente pão sem fermento deverá ser usado na Ceia do Senhor, por duas razões: Œ Este é o que Jesus usou, e Este é o símbolo apropriado para o sacrifício perfeito de Jesus. Consideremos a evidência bíblica apoiando estas duas razões.
Pão sem fermento é o que Jesus usou. Os relatos nos Evangelhos (Ma-teus 26:17-30; Marcos 14:12-26; Lucas 22:7-23) tornam claro que Jesus comeu a Ceia do Senhor com os apóstolos durante os Dias dos Pães Asmos (sem fermento). Durante esta festa, que se originou quando os israelitas estavam preparando para sair de sua servidão no Egito, o consumo de fermento era terminantemente proibido (Êxodo 12:15). Não há dúvida de que o pão que Jesus usou na primeira Ceia do Senhor não era fermentado. Isto, por si só, é razão suficiente para se usar somente pão sem fermento na Ceia do Senhor, pois os verdadeiros discípulos de Cristo sempre procuram seguir seu exemplo e instrução (I Coríntios 11:1; Colossenses 3:17).
O pão sem fermento é o símbolo apropriado para o sacrifício perfeito de Jesus. No Velho Testamento, o fermento simbolizava a impureza que não poderia ser oferecida a Deus. Além da proibição do fermento durante os Dias dos Pães Asmos, a Lei de Moisés proibiu o uso de fermento em qualquer sacrifício ao Senhor (Levítico 2:11). O fermento é usado, no Novo Testamento, para representar a falsa doutrina (Mateus 16:5-12) e a corrupção moral (I Coríntios 5:1-8). Deus não aceita tal impureza nos sacrifícios oferecidos a ele. Para ser um sacrifício aceitável, Jesus teve que ser sem fermento (I Coríntios 5:7), isto é, sem pecado (1 Pedro 2:21-25).
Para tanto devemos prepara o Pão que deve ser somente com trigo, azeite de oliva, sal e água pura.
Do mesmo modo o vinho o suco da vida, deve ser preparado por irmãos ou pelo pastor, para que não contenha estabilizante, corante, conservante ou coisa do gênero.
O ANTI CRISTO
Quem é o anticristo?
Adolf Hitler ou Benito Mussolini? Joseph Stalin ou Franklin Roosevelt:Vamos para a atualidade … Bin Laden ou George W. Bush? Um mistério…
Até que eu poderia considerar um tema difícil para que muitos religiosos pudessem abordar, mas levando em conta de Deus nada faz sem revelar a seus profetas eu faria uma permuta das questões acima por uma só:
Será que Deus não relata a história de tão intrigante tema?
“Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” Amós 3:7
Enquanto o mundo espera pelo suposto tirano a se manifestar no futuro próximo, a Bíblia como indiscutível autoridade de informação descreve com detalhes sobre o poder já manifesto num período um tanto longínquo, não no futuro, mas sim no passado.
“Depois disso eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez pontas. Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual três das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nessa ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.” Daniel 7:7,8O profeta Daniel nos fala no contexto de seus escritos de cinco impérios mundiais, partindo de Babilônia, até o último e definitivo, que será o governo de Cristo. No verso acima temos o relato do quarto império que se refere a Roma.
É descrito como um animal terrível e forte, mas o que chama a curiosidade é que no momento em que o profeta analisava as dez pontas que existiam na cabeça deste animal, uma ponta pequena surgiu entre as dez, derrubou três pontas e ainda tinha olhos e boca que falava grandiosamente. A Bíblia nos dá mais detalhes adiante.7:19 Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro e as suas unhas de bronze; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava;
7:20 E também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro que subiu, e diante do qual caíram três, isto é, daquele que tinha olhos, e uma boca que falava grandes coisas, e cujo parecer era mais robusto do que o dos seus companheiros.
7:21 Eu olhava, e eis que este chifre fazia guerra contra os santos, e prevaleceu contra eles.
7:19 Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro e as suas unhas de bronze; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava;
7:22 Até que veio o ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino.
7:23 Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.
7:24 E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.
7:25 E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.
7:26 Mas o juízo será estabelecido, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até ao fim.
7:27 E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão. Daniel
É muito importante atentar para os detalhes grifados, especialmente sobre o tema que estamos estudando, cabe então refletir sobre os fatos:· O quarto animal representava o quarto reino, forte e espantoso, devorador.
· Tinha em sua cabeça dez pontas quando surgiu uma entre elas e abateu três.
· Esta ponta pequena tinha olhos e boca que falava com arrogância e ainda mais:
· Perseguia os santos do altíssimo
· Proferia (pela boca) palavras contra Deus
· Mudaria os tempos e a lei
· Faria perseguição por tempo, tempos e metade de um tempo.
O quarto reino representa o império romano pagão, que sucedeu os impérios da Babilônia, medo-persa e grego respectivamente. Se estendeu do ano 168aC até 476dC, quando se fragmentou entre dez reinos menores até que a ponta pequena representando a força religiosa derrubasse três domínios e se firmasse com força a partir de 538dC até 1798 dC.Os três domínios subjugados pelo poder religioso foram os Hérulos, Vândalos e Ostrogodos.
A ponta pequena contida nos relatos de Daniel 7 representa o papado e define o que chamamos de anticristo.
Não unicamente um papa, mas sim o sistema representa o anticristo que relata a escritura.
· O papa se intitula vigário de Cristo, isto é, substituto de Cristo.
· Mudou a lei de Deus, cancelado o quarto mandamento da lei
· Perseguiu os santos de Deus por 1260 anos no período da inquisição
· Se coloca num governo exercendo governo não só religioso, mas político
· Faz com que muitas religiões ensinem falsas doutrinas, como a imortalidade da alma, natal, morada no céu, trindade e outras...
Apocalipse
12:1 E VIU-SE um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.
12:2 E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.
12:3 E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas.
12:4 E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.
12:5 E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
12:6 E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentadadurante mil duzentos e sessenta dias.
O relato deste capítulo fala de uma mulher que representa a Igreja, e dragão vermelho com sete cabeças e dez chifres que implacável persegue os santos do altíssimo por 1260 dias. O dragão simboliza Satanás (verso 9) que dando autoridade ao poder religioso papal buscou aniquilar os santos de Deus no passado. Observe que este período é descrito da mesma forma que em Daniel 7, no entanto, a Igreja foi guardada por Deus, fora do alcance do inimigo, embora muitos fiéis houvessem sido mortos.
Apocalipse
12:9 E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.
12:13 E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho homem.
12:14 E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.
Apocalipse capítulo 13 vai nos falar do mesmo império romano pagão e papal, que exerceu autoridade e perseguição até 1798 dC, quando findo os 1260 anos de domínio, a força deste domínio foi por fim esgotada. No entanto, os anos de autoridade imposta foi o suficiente para cumprir tudo o que predissera o profeta Daniel sobre atrocidades da ponta pequena, o anticristo.
Apocalipse
13:1 E EU pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.
13:2 E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.
13:3 E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
13:4 E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
13:5 E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.
13:6 E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.
13:7 E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
Em cena a besta que representa o mesmo império romano, o que em Daniel é descrito como um animal terrível, representado o império no seu nascimento, aqui João já dentro dele, o descreve no estado de maturidade e com mais detalhe. Assim como o dragão vermelho no capítulo 12 de Apocalipse, que representa o Diabo e Satanás, dentro agora do capítulo 13, o império é descrito por uma besta que trás características de todos os impérios anteriores, como se vê:
· Boca de leão: império de Babilônia
· Pés de ursos: império Medo-Persa
· Corpo de leopardo: império Grego
Veja leitor que quem dá poder ao império papal é o dragão,e a besta tinha uma boca que proferia blasfêmias, assim como a ponta pequena de Daniel 7, além disso exerceu autoridade por quarenta e dois meses, o que é o mês de 1260 dias proféticos, ou seja, 1260 anos. (para isso multiplique 42 meses por 30 dias). No intuito de destruir a Igreja de Deus, o inimigo, fazendo uso do anticristo, ou seja, domínio papal, buscou pôr fim à obra fundada pelo próprio Deus, só faz confirmar a promessa de Jesus de que as portas da sepultura não venceriam Igreja jamais. Aqueles que guardaram os mandamentos de Deus e preservaram o testemunho de Jesus se viram fora de ameaça; e ainda assim até hoje existem aqueles que afirmam que a Igreja original teve seu fim, o que não condiz com as palavras da profecia proferida pelo profeta Daniel e apóstolo João.Apocalipse 17. É interessante e admirável a precisão da palavra de Deus. Ainda em Apocalipse podemos vincular mais este capítulo aos escritos de Daniel, bem como ao próprio capítulo 12 e 13 até há pouco ligeiramente estudados.
Apocalipse
17:1 E VEIO um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;
17:2 Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição.
17:3 E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres.
17:4 E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição;
17:5 E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.
17:6 E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração.
Já esta mulher em questão não faz referência à Igreja de Deus, pois se trata de uma igreja impura, simbolizada na figura de prostituta, Babilônia, ou império romano acabou por assumir doutrinas do paganismo e com estes falsos ensinos se pões dominando sobre muitos religiosos.Igualmente interessante é o fato de que cheia de nome de blasfêmia, assim como a boca que fala com arrogância, esta mãe de muitos religiosos se acha assentada sobre uma besta.
Agora você já parou para observar as características desta besta?
· A besta que tem sete cabeças e dez chifres carrega esta falsa religião.
· Toma de um cálice cheio de imundícias;
· Se acha embriagada com sangue dos santos
· É rica e se vê poderosa
Paulo nos seus registros fala deste anticristo, e o chama de homem do pecado, ou filho da perdição.
2Tessalonicenses
2:1 ORA, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele,
2:2 Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.
2:3 Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,
2:4 O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.
Aqui temos novamente o personagem em questão. O anticristo.
De conformidade com as palavras de Daniel, o texto mostra que este homem do pecado se levanta contra Deus, e procura como soberano exercer o seu domínio religioso.Detalhe importante: existem aqueles que imaginam que o anticristo ainda virá depois do aparecimento de Jesus, que leva o espírito santo para o céu, liberando o caminho para uma suposta manifestação no futuro. No entanto os que tendem a este raciocínio ilógico acabam por inverter a ordem dos fatos bíblicos.
Se atentamente você observar as palavras de Paulo, verificará que primeiro viria o anticristo e só depois então viria Jesus. Mas, o que fazem os futuristas?
Crêem que primeiro vem Jesus e depois o anticristo se manifesta. Não estariam invertendo os fatos relatados pelo apóstolo?
Nenhum destes é o anticristo: Adolf Hitler, Benito Mussolini, Joseph Stalin, Franklin Roosevelt, George W. Bush ou Bin Laden. Um só cumpriu a figura que muitos comentam, e poucos o sabem identificar.
O papado em seu governo político-religioso cumpriu a profecia respeito ao anticristo. Ele já se manifestou há tempos atrás, e não há porque esperar por outro domínio mundial que não seja o do Senhor Jesus Cristo, o quinto reino, a pedra da esquina lançada sem mãos e que fere os pés da estátua, esmiúça os domínios existentes e conforme disse o mesmo profeta Daniel teremos enfim o reino que não será jamais destruído, nem passará a outro. Será o fim de Babilônia, a prostituta que se vê como rainha.
Apocalipse
18:7 “Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, foi-lhe outro tanto de tormento e pranto; porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto.”
E para os que esperam em Cristo vale finalizar com as palavras:
Apocalipse
7:27 E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão.
Debaixo de todo o céu.. este será o domínio do Cristo junto ao que vencer e não se render jamais aos enganos de Babilônia ou suas filhas.
A perseguição aos santos
Durante os 1260 anos de perseguição, a bíblia relata que os santos estavam protegidos por Deus no deserto (Ap 12:6). Porém vale ressaltar que muitos foram mortos cumprindo a profecia de Ap. 13:7; mas conforme a profecia de Jesus (Mateus 16:18) as portas da sepultura ou as mortes não atingiram a todos e quanto mais morriam, mais novos convertidos surgiam.A seguir, veja o relato da Inquisição pela igreja católica, descrita na Enciclopédia Barsa
“O processo era sumário.
Mulheres, crianças e escravos eram admitidos como testemunhas de acusação, mas não de defesa...
Considerava o crime usar toalhas limpas no começo do sábado, abster-se de comer carne de porco ou peixe sem escamas entre outros.
O tribunal acolhia denúncias de quem quer que fosse, mesmo feitas por carta anônima, Depois de preso, o réu era submetido a longos interrogatórios, não lhe sendo comunicado o motivo da prisão, nem o crime de que o acusavam ou o nome do denunciante. O advogado de defesa era nomeado pelo Santo Ofício.
Os réus que se declaravam culpados eram “reconciliados” com a igreja...
Os réus acusados de crimes mais graves... eram entregues ao “braço secular” para a execução da pena capital, em geral na fogueira.
O papa Inocênio IV autorizou o uso da tortura quando se duvidasse da veracidade da declaração dos acusados.
A perseguição durou de 538 até 1798, quando tem fim o domínio papal.
IGREJA DE DEUS
GÁLATAS, Á LUZ DA BÍBLIA
GÁLATAS, Á LUZ DA BÍBLIA
A circuncisão (que se tornou o sinal pessoal da fé de Abraão) foi uma maneira especial criada por Deus, um sinal de separação do mundo, um símbolo de santidade por tornar seu povo diferente do idolatras.
Isso tornou-se um orgulho tão grande para os judeus, uma simples praticas exterior, tão idolatrada, que sobrepujou a visão de que a circuncisão que tem valor de fato e a do coração, a transformação do caráter.
Efetivamente, a maior negação desta fé foi dada por Jeremias (Jer. 9:26), quando revelou não haver diferença entre pagãos e o “povo circuncidado” de Deus. “A forma exterior substituíra a experiência do coração”.
Esboço da epistola aos gálatas segundo o dicionário bíblico, aditado pela imprenso bíblico brasileiro:
I-A autoridade apostólica de Paulo e revelação por ele recebida justificam o evangelho da salvação pela graça, contra o espúrio ensinamento dos legalistas (1:1,2,14 ).
II- a justificação que provem da graça divina pela fé humana, e não pelas obras infrutíferas da lei, vindica o evangelho de cristo (2:15; 4:31).
III- com ardorosas exortações Paulo concita os gálatas e permanecerem firmes na liberdade e na espiritualidade da graça; cap.5 e 6.
Circuncisão
“Quando Ismael estava com a idade de treze anos, Abraão e todos os homens da sua família foram circuncidados. No Egito as circuncisões foram praticadas em data memorável, no entanto tornou-se o selo do pacto entre Deus e a descendência de Abrão, cujo nome, ao mesmo tempo, foi mudada para Abraão, significando assim que ele não era mais babilônio (dicionário bíblico da IBB).
Quando Abraão foi justificado (gên.15:6) não era circuncidado fato que aconteceu posteriormente. Conseqüentemente tornou-se Abraão pai de circuncisos e incircuncisos.
A primeira referencia foi justificado (gên.15:6) não era circuncionado fato que aconteceu posteriormente. Conseguintemente tornou-se Abraão pai de circuncisos.
A primeira referência e o estabelecimento. Da circuncisão como pacto entre Deus e Abraão estão em gên. 17:10-14.
Paulo usou em todas as epistolas as seguintes palavras:
Circuncidar - doze vezes
Circuncisão - vinte e seis vezes
Incircunciso- cinco vezes total : 59 vezes
Circunciso- cinco vezes
Incircucisão- sete vezes
Somente na epistola aos gálatas Paulo mencionou dezesseis vezes a circuncisão.
Sendo que o livro de gálatas contem seis capítulos, temos a media de três palavras por capítulo.
O livro de gálatas tem sido usado como coluna mestra, para a aceitação do cancelamento, destruição e termino da “lei” por cristo Jesus. Por isso nada mais lógico que estudá-lo, Tim-Tim, afim de sabermos se realmente e como se diz. Vamos ver.
O escritor de gálatas foi o comentado apostolo Paulo, descendência, origem e ministério já conhecemos bem. Servindo-nos do dicionário bíblico da imprensa bíblica brasileira, temos a seguinte descrição a respeito da epistola de Paulo aos gálatas:
“Paulo apreciava muito todas as igrejas, todavia, tinha excepcional, tinho excepcional simpatia para com as da Galácia. Durante sua ausência, professores judaizantes tiveram acesso a elas e nelas insuflaram a perniciosa heresia de que somente pela porta do judaísmo e que se podia entrar no aprisco cristão. A Natureza desses argumentos convenceu a Paulo de que ele se defronta com uma grande crise e, se o cristianismo havia de ser a religião universal, e não meramente uma seita judaica.
“Teria de ser esclarecida, duma vez por toda a relação entre cristo e a lei mosaica”
Esta bela descrição leva-nos á época do autor e coloca-nos a pardo problema que motivou da lavra de Paulo sua famosa epístola. “professores judaizante” estava corrompendo o rebanho, fazendo-o voltar a escravidão das cerimônias instituídas por Moises.
Considerando ainda o dicionário focado a respeito dos judaizantes, encontramos esta significativa referencia:
“nome dado entre o primitivos cristão aqueles que não podiam crer que tudo o que considera ao homem pela lei fosse-lhe, então, transmitido de maneira mais ampla por meio do evangelho. Assim insistiam na circuncisão como o meio de outorgar ao homem o direito de crer em Jesus como de salvador se Israel.
Os professores judaizantes arraigados a dogmas cerimoniais abolidos por cristo. E em especial, nesse particular, o motivo principal da epistola foi exatamente o ponto que com maior volúpia pregavam os tais “professores judaizantes” a circuncisão. Imploramos-lhe não esquecer esse detalhes.
1º- lei moral: chamada de os dez mandamento, ou decálogo. Que não muda. Eterna. Salmo 119:7; sal. 119:142; rm. 7:12,14.
2º- leis civis: poderiam mudar segundo a conveniência da nação israelita.
3º-lei cerimonial: sua finalidade única era ensinar a obra de Jesus.
Portanto, neste estudo sobre gálatas, deveremos partir da seguinte premissa: não enfoca a epistola a lei civil, pois trata-se de tema religioso. A dificuldade, por conseguinte, enquadra as duas leis finais: lei moral ou lei cerimonial. Como não ha mais duvidas que existe distinação de leis, pelo que já lemos neste livro, e agora alicerçados pelo citado dicionário, iremos a cada passa desvendar o mistério dos gálatas, e colocar a lei e enfocada na epistola no seu devido lugar, e isso com sua ajuda, amado irmão.
Gálatas 1:13,14
“porque já ouviste qual foi antigamente a minha conduta judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava. E na minha nação excedia em judaísmo a muito da minha idade; sendo extremamente zeloso das tradições dos meus pais.”
Paulo irritado, tomou conhecimento do tais “professores judaizante’’ e de herética e nefanda obra. Sendo o apostolo profundo conhecedor de sua heresia e sobremodo a elas contrario, discorre no prâmbulo de usa epistola aos gálatas, a sua condição inicial, como grande praticamente daquela seita, o judaísmo. Como seu membro efetivo antes do encontro com cristo, fora ele, como se disse, “extremamente zeloso das tradições” de seus pais, daí entediemos seu descontentamento e preocupação com os cristão da galacia, pois sabedor que era daquele concedida pelo evangelho de cristo, e de alguma forma obiterar cristianismo que crescia com base solida da galacia antes do acesso dos “professores judaizantes”.
No limiar da epistola, notamos a acentuada preocupação de Paulo bem como profundo admiração ao notar que a gálatas apressadamente deixaram o evangelho que lhe pregou, revogando a graça de cristo e voltando-se aquilo que tachou de anátema
4ªGálatas 2:16
“Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo , temos também crido em Jesus Cristo , para sermos justificados pela fé de Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.”
Paulo mostra-lhes o poder e o valor de Evangelho. Circuncisão era uma exigência da Lei Cerimonial, necessária antes de Cristo. Mas após a morte do Senhor, cumprir esse ritual era buscar justificação pelas obras; por isso Paulo rechaçou essa posição, pois que necessário agora era demonstrar e exercer fé no sacrifício de Jesus, e nada mais. Querer, portanto, praticar esse ritual depois que foi cancelado era tentar justificar a si próprio, o que contraditava o Evangelho de Jesus.
Por isso Paulo enfatizava: “Pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.” Corretíssimo. A Lei Cerimonial não se compunha somente do dogma da circuncisão, por conseguinte, mais uma vez confirmado, até aqui, a balbúrdia (Confusão) ainda e por causa da circuncisão.
É o tema borbulhante da epístola
Gálatas 2:21
“Não aniquilo a graça de Deus, porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde.”
Antes da vinda do Messias, Deus dera aos judeus, em especial um ritual maravilhoso. Um conjunto de cerimônias, acompanhado de variadas ordenanças, cognominado de Lei Cerimonial. Sua obrigação era exigível, pois todo cerimonial apontava para Jesus. Era, portanto necessário até que Ele vesse. Vindo, porém o Filho de Deus, todo aquele cerimonial, embora belo e requerido, tornara-se inútil, pois era sombra de Jesus (Heb.10:1). Paulo, por sua vez, compreendeu assim, assim aceitou o fato e colocou em prática. Por isso, indignou-se, ao ver, agora, novamente os discípulos voltarem a circuncidar-se. Mais irritado ficou ao notar os próprios apóstolos presenciarem essa disposição de suas ovelhas e nada fazerem. Permaneciam inertes. Daí ocasionar em Paulo repulsa tal que o levou a repreender não somente os discípulos, mas também a Pedro. Como, pensava Paulo, poderiam homens que tiveram amiúde esclarecido o plano de salvação, tão detalhado o seu cumprimento na morte vicária de Jesus, voltar agora aos rituais abolidos? E se a pratica desses ritos pudesse justificar o oferente, então Jesus morreu em vão, assererava Paulo.
Ressaltasse que a “Lei” focada ainda é a Lei Cerimonial, pois tudo esta exatamente dentro do mesmo escopo e é uma seqüência do pensamento discorrido por Paulo, no capítulo 2. Por isso não há por que isolá-lo. Isolando-o, perdera seu sentido real. Separando-o de contexto, é cortar o fio da meada. É destruir o pensamento proposto e ardorosamente, defendido por Paulo. O Capitulo 3 desta epístola é dramático para apostolo.
Gálatas 3:1-5
“Os Insensatos gálatas! Quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo já foi representado como crucificado? Só quisera saber isso de vós: recebeste o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos, que tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Será em vão que tenhais padecido tanto? Se é isso também foi em Vão. Aquele , pois que vos dá o Espírito, e que obra maravilhas entre vós, falo pelas obras da lei, ou pela pregação da fé?”
E dessa lei, a “ordenança” que gerou tanta confusão foi a circuncisão.
O versículo seguinte a ser estudado exige a nossa parte, para compreendê-lo, muita humildade, sinceridade e lealdade para com a Bíblia. Dada a sua soleníssima mensagem, deve-se ao lê-lo despir-se de todo preconceito demonicacional, bem como desarmar-se de toda idéia preconcebida. Esperamos que sendo você um cristão sincero, que faz da Bíblia sua regra de fé, e que por ela tenta pautar sua vida, terá os olhos abertos e verá que a mensagem deste versículo e bem diferente daquela que se propaga por aí, lapidado que foi e usado para satisfazer interesses menos recomendáveis para o cristão; é este versículo mais uma peça saliente na Epístola aos Gálatas, o centro e a rocha de que se valem aqueles que não aceitam a Lei Moral dos Dez Mandamentos, alegando que Paulo é contrário a “lei”. Concordamos que Paulo é contrario a lei. Mas qual lei? Você vai ver que, sem isolar o versículo, ficara fácil entende-lo e descobrir que lei ele enfoca, pois o estudaremos com humildade, desenvolvendo o pensamento de Paulo. Conhecedores também que somos dos fatos iniciais da epístola, estamos cabasmente em condições de entendê-lo.
Gálatas 3:10
“Todos aqueles pois que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para faze-la.”
1º - Quem pratica ou guarda seus mandamentos esta sob maldição.
Logicamente não poderá jamais ser a Lei Moral dos Dez Mandamentos que o dicionário bíblico explicou ser eterna e que não muda. Sim. Porque nestes Dez Mandamentos, que foram divididos sabiamente em duas partes pelo Criador, os quatro primeiros dizem respeito a nossa obrigação com Deus, e os seis restantes, para com o nosso próximo.
Uma trazia maldição – contra o homem Gal.3:10,12;Col.2:14;Dt.31:26;29:27;27:26.
Outra trazia benção – favor do Homem – Sal.119:142,105;19:7-9; João17:17;Rm. 7:12,14; Sal.119:1;Pv.29:18;Rm.7:22.
Assim que, amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e pensamento, é cumprir os primeiros quatro mandamentos da primeira tabua de pedra. E amar nossos semelhantes como a nós mesmos é cumprir os seis restantes da segunda tábua de pedra. Portanto esses mandamentos esta agora gravados em nossos corações. (Jer.31:33;Rm.2:15;II Cor.3:3;Heb.8:10;10:16). Portanto se isso é ser maldito ou estar sob maldição, pedimos-lhe vênia (licença) para afirmar: é irracional, incabível, insuportável e inverossímel.
2ª- Essa lei que Paulo menciona foi escrita em um livro. Portanto, só isso bastaria para os sinceros crentes compreenderem que essa lei focada pelo apóstolo é a Lei Cerimonial, haja vista a Lei Moral dos Dez Mandamentos ter sido escrita pelo próprio Deus e em pedras. Ex. 13:18. Ora, pedra e granito, livro e pergaminho, pele de animal e casca de madeira. Por isso mesmo e assaz diferente. Ademais, quem escreveu essa lei insistentemente abordada em Gálatas, não foi Deus, e sim Moisés, e o que descobrimos na leitura de Deut. 31:24, que diz: “E aconteceu que, acabando Moisés de escrever as palavras desta lei num livro, até de todo as acabar.”
Paulo queria livrar das garras dos “Professores judaizantes” o seu indefeso rebanho, e, para tal, tenta com todas as veras do coração tirar de sua mente a inútil observância de um “lei” que já fora caducada e abolida pela morte de Cristo (Col.2:14). Por isso que, no discorrer de todo o Capitulo 3, fomenta a incapacidade da Lei Cerimonial para justificar o homem. Esse papel só a Jesus compete. Entretanto, esta lei, já que foi dada teve o seu valor e desempenhou o seu papel, necessariamente teria que findar quando realizasse toda a obra para a qual foi criada. Assim, pois, é que Paulo: A Lei Cerimonial, enfadonhamente menciona por Paulo em Gálatas e referendada pelo dicionário bíblico da IBB, que muito nos está auxiliando, constituía-se de muitas cerimônias e não somente da circuncisão, que foi a pedra de tropeço dos gálatas. Essas cerimônias foram criadas para desenvolver criadas para desenvolver no homem, ao praticá-las, a fé no Messias que viria futuramente. Dentre elas, talvez, a mais contundente e que falava mais profundamente ao coração dos judeu, pelo menos Deus desejava que assim fosse, era o sistema sacrifical. Ao transgredir um dos dez mandamentos, o homem deveria morrer. Essa era a exigência da Lei Moral; entretanto o pecador tinha uma atenuante. Ele não precisaria morrer, bastava que providenciasse um substituto, que devia ser um cordeiro sem mancha ou defeitos físicos.
Tomava então o pecador o animalzinho em seus braços e o levava ao sacerdote, no templo. Este, por sua vez, Dispunha-o sobre o altar e o pecador colocava suas mãos sobre a cabeça do animal e confessava seu pecado, após que, com suas próprias mãos, imolava a indefesa vítima de seu pecado, vendo o seu sangue jorrar por entre as vísceras cortadas. Era um ritual marcante. Uma Cerimônia cuja finalidade era mostrar ao homem que:
1º- Quem deveria morrer era ele, pois foi ele, quem pecou.
2º Deveria ficar gravada em sua mente a hediondez (depravado) do pecado. O pecado gera a morte. O pecado, aos olhos de Deus, é tão aborrecível e abominável, que para se obter o perdão há a necessidade de derramamento de sangue.
3º Deveria impressiona-lo aquela cena, contemplar naquela indefesa vitima a figura do Messias que tanach profetizava. Compreender o papel do Messias em se transformar na oferta viva pelo pecado, o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.
Por conseguinte, a Lei Cerimonial era um conjunto de ritos criados por Deus para desenvolver a fé no futuro Messias e dessa forma abrir os corações para recebe-lo e ama-lo. Assim é que, tem muita razão as palavras de Paulo: “A lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo”. Lógico, era sua única e especifica função. Vindo porém Cristo que necessidade havia de continuar? Nenhuma! Ao homem, agora, bastava crer e aceitar aquela oferta viva. Jesus, fazendo dele seu Senhor e Salvador; nada mais claro.
A beleza desse ritual consistia que, para os israelitas, o sistema sacrifical constituía-se o Evangelho. Mostrava-lhes o caminho para comungar com Deus e com ele manter sempre um relacionamento amistoso. Sobretudo desejava o Senhor impressiona-los com o centro deste sistema,que era a solene verdade que o pecado ocasiona a morte. Daí, durante todo o ano, diariamente, de manhã e a tarde, era oferecido em holocausto um animal. Outrossim, deveria compreender que o perdão do céu só seria possível única e exclusivamente através da confissão do pecador e a intercessão do sangue; nesse caso, o sangue do animal imolado. Após o ritual o pecador saia da presença do sacerdote. Estava perdoado. Justificado de suas faltas e pecados. Ma... qual foi o preço? A vida do animal. Portanto, o perdão custa caro. Isso deveria impressionar de tal forma que o pecador que o levasse a viver em retidão e obediência aos Dez Mandamentos. Toda vez que qualquer Israelita pecasse deveria seguir esses passos, e a cena se repetiria infindamente, até que surgisse Aquele que daria sua vida para salvar o homem de seus pecados- Jesus- para quem apontava todo esse ritual.
O Capitulo 4 de Gálatas é fascinante em sua apologia. Paulo ira mostrar aquilo que para eu e você já está claro: “O Evangelho nos isenta da lei”. Mas..., logicamente, da Lei Cerimonial. Não esqueça o que disse o dicionário bíblico. Assim é que no Verso 4 do cap.4. Diz Paulo: “ Mas vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho, Nascido de Mulher, nascido sob a lei ”.
Certíssimo; ao nascer Jesus, o ritual mosaico, ou sistema sacrifical, estavam em franco funcionamento, muito embora bem distante daquilo que o Senhor Deus pretendia. Os Judeus perverteram todo aquele belo e tremendo ritual, e o transformaram em um “caça-níqueis”. Os próprios sacerdotes se empenhavam em fomentar e incentivar o pecado, para que o pecador lhes comprasse as ofertas, que, para facilitar, já as tinha dentro das dependências do Templo, transformando a casa de Deus Em um mercado barulhento e fedentina (O átrio era de fato um curral), para vendê-las ao preço que lhes conviesse (Mt. 21:12). Por isso esta certo Paulo, Jesus nasceu quando este estado de coisas evidenciava-se. E para confirmar a palavra paulina, lembramos que os pais terrestres de Jesus seguiram todos os tramites legais da Lei Cerimonial, inclusive circuncidando-o, dentro do prazo estatuído por Moisés. Portanto, “nascido sob a lei”, sob sua atuação e vigência, esta claro. Gálatas 4:5
“Para remir os que estavam debaixo da lei, afim de recebermos a adoção de filhos”.
Se a Lei Cerimonial apontava para Cristo, como afirma Paulo, pois era o seu único papel, Ele viria exatamente para tomar o lugar da oferta que era morta no ritual da manhã, da tarde e pelo pecado, e acabar com todos os símbolos que apontavam para sua obra redentora. Por isso recebemos a “adoção de filhos”, ou seja: fomos criados a imagem de Deus. Arrebatados pelo pecado, perdemos essa condição de filhos; entretanto a gora, arrancados das garras de Satanás, fomos “adotados” por Cristo, pelo seu sangue e maravilhoso sacrifício na cruz do Calvário, graças a Deus! Paulo procurava insistentemente mostrar aos gálatas que com a vinda do messias Jesus, o homem não mais podia ser salvo sob o judaísmo, escorado na Lei Cerimonial.
O passo seguinte seria também difícil de dar, não fosse a maneira como estamos estudando esta epistola. Felizmente você e eu adotamos a maneira correta de estudar a bíblia, não e? Assim é que Gálatas 4:9, 10, estudado em concordância com o contexto, dentro da seqüência do pensamento Paulino, dará também sua mensagem certa, e não aquela que os pregadores de hoje estão ensinando, que não corresponde a verdade, e muito menos, ao desejo do apostolo. Diz ele: “Mas agora, conhecendo a Deus, ou antes, sendo conhecidos de Deus, como tornais outra vez a esses Rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, meses e tempos, e anos”.
Temos certeza que você sabe onde encaixar e enquadrar “esses rudimentos fracos e pobres”. Naturalmente se você leu as “Máximas Paulinas” já bastaria. Entretanto, deixaremos bem gravado que a lei enfocada novamente por Paulo, agora neste capitulo, é aquela que anteriormente temos visto: Lei Cerimonial, por que:
1º - na seqüência do pensamento de Paulo está ele mostrando a inutilidade daquelas cerimônias introduzidas pelos judaizantes em sua ausência. Diz que é maldito (Gal. 3:10) todo aquele que praticar aquelas obras, depois que se tornarem obsoletas. Por outro lado, na Lei Moral não existem cerimônias. Ela enobrece o homem, moraliza-o, dignifica-o, daí não conter maldição.
2º - Menciona Paulo que a lei cerimonial foi escrita em um livro (Gal.3:10), ao passo que a Lei Moral foi escrita em tabuas de pedra (Êxodo 31:18).
3º - Diz Paulo que a Lei Cerimonial tinha um propósito: mostrar a obra redentora de Cristo. E isso não pode ser requerido da Lei Moral. Nos dez mandamentos não há ordem para circuncidar, nem matar animais, ou outro ritual qualquer, os quais simbolizavam e apontavam à obra expiatória de Jesus.
4º - Ninguém será maldito por guardar a Lei Moral; pelo contrário, ela ajuda o homem a tornar-se elevado, nobre, de bons princípios, correto. Afinal é a Lei Real. A Lei do Céu (Tiago 2:8).
5º - A Lei Moral não tem rudimentos, e sim mandamentos. Paulo diz em romanos 7:12 “E assim a lei é santa, e o mandamento santo justo e bom” Viu? Mandamento não é rudimento. Paulo afirma em romanos 3:31 “Anulamos pois a lei pela fé? De maneira nenhuma; antes estabelecemos a lei”. Fica por conseguinte, claríssimo que a lei de rudimentos fracos e pobres jamais pode ser a Lei Moral dos Dez Mandamentos, que é enaltecida por Paulo, e que mesmo a fé não pode anular.
6º - portanto, a Lei Cerimonial é que se enquadra no texto, pois ela, sim tem rudimentos, e estes são comprovadamente, fracos e pobres, foram e são impotentes para justificar. Cumpriram sua missão e pronto. Acabou. Enote o paradoxo, foram os rudimentos anulados pela fé em Cristo.
7º- A lei moral não exige a aguada de “dias” e sim de “um” dia ordenado por deus – o sábado – memorial eterno do poder criador do senhor.
8º- na lei cerimonial havia sim “dias” e “ano”. Eram sete festas anuais, considerado feriado altamente solenes, a saber:
1ª- páscoa.
2ª- festas dos pães asmos.
3ª- festas das primícias.
4ª- memória da jubilação (festas das trompetas).
5ª- diz da expiação.
6ª- 1º da festa dos tabernáculos.
7ª- último dia da festa do tabernaculos.
Estas festas se davam durante o transcorrer do ano judaico. Eram datas fixas em dias moveis, por exemplo, data fixa que dizer: um dia de determinados mês. Dia móvel indica que esse dia podia cair em uma segunda- feira, quarta, quinta, sábado, etc. (assim como o nosso sete de setembro, que e feriado nacional, não cai continuadamente no mesmo dia da semana, porém e uma data fixa- sete de setembro). Eram “dias” guardados dados com tanta solenidade pelos judeus que se assemelhavam ao sábado do sétimo dia da semana, pois que, naqueles “dias” apelidado de sábados (Is 1:13;os 2:11). ( A páscoa ocorrida na ultima semana de vida do senhor Jesus, era um sábado cerimonial (pois era grande o dia de sábado)
(João 19:14,31).
Assim que, os gálatas guardavam “dias” (eram asses feriados), “meses” (porque eram meses fixos), e “anos” (durante todos os anos, ate a morte de Jesus – Heb. 10:1). Exatamente como enfatizou Paulo aos gálatas, que retomavam ao judaísmo, empurrado pelos professores judaizantes.
Portanto, nada mais claro e lógico que a “lei” insistentemente a bordada por Paulo oas gálatas não é outra se não a lei cerimonial. É o que diz a bíblia. Resta de sua parte, irmão, a decisão para aceitar.
O capítulo 5 de gálatas é altamente importante, dada a sua clareza meridiana no contexto de toda a epistola, cujo tema principal abordado inegavelmente é a circuncisão.
Gálatas 5:1-4
“Estai, pois firme na liberdade com que cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo de jugo da servidão. Eis que, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, cristo nada voa aproveitara. E de novo protesto a todo homem que se deixa circuncidar,que esta obrigado a guardar toda a lei; separados estais de cristo. Vos, os que vos justificais pele lei; da graça tendes caído”.
Observe que Paulo novamente enfatiza o tema central especulativo da epistola: a circuncisão. Os gálatas buscavam com “denodo e muita severidade” a justificação pela suas próprias obras, e o apostolo sabia que nada disso tina valor; mesmo que eles observassem todos os ritos/ mosaico com a maior sinceridade, de nada adiantaria. O homem só será/justificado e salvo pela sua fé em cristo, nada mais.Paulo então de termina, como que cansado de falar, argüir e repreender: “se vos deixardes circuncidar, cristo de nada vos aproveitara”. E isso e fácil de compreender agora, pelo estudo que fazemos de toda a epistola, não é?
Cristo Jesus morreu. Sua morte cancelou a lei cerimonial. Agora era mister apenas exercer fé no ressurreto filho de Deus, para que homem fosse justificado.isso é graça. Se os gálatas continuassem a buscar a justificação pelo comprimento e pratica das obras da lei cerimonial, a graça não teria nenhum valor para eles. Por certo, “da graça cairiam”. Por que?
“porque em Jesus cristo nem a incircuncisão tem virtude alguma; mas sim a fé que opera por caridade”. (circuncisão)
Que clareza meridiana! Que declaração límpida! Inteligível! Perceptível! Só uma mente cauterizada, dúbia, desonesta, ou tremendamente/ incauta, deixara de alcançar que Paulo passou toda a epistola digladiando, lutando para colocar na mente dos gálatas que o ritual da circuncisão, sendo parte integrante e saliente dos dogmas cerimonial, perdera/ o seu valor e significado com o advento do messias.
Alias, para eles isso não era uma doutrina nova, fora o evangelho que Paulo lhes pregou anteriormente. Eles haviam aceitado desta forma e até posto em pratica, pois o que se depreende do versículo seguinte é isso:
Gálatas 5:7 “Corríeis bem; quem vos impediu para que não obedeçais a verdade”?
QUEM VOS IMPEDIU?
Observe a enfática indagação de Paulo.
Quem?... Os professores judaizantes heréticos. Eles adoçaram sua mensagem de tal maneira, que não demorou muito e os gálatas estavam todos embevecidos e apegados a circuncisão. Os tais professores, naturalmente, devem ter-se servido de argumentos contundentes, pois que, deixar os ensinamentos de Paulo anteriormente recebidos, para aceitar aquelas ordenanças agora obsoletas, apagadas, sem vida ou qualquer significado cristão, é demais.
Novamente o paladino da verdade não se faz por esperar e levanta sua voz já quase rouca:
Gálatas 5:10,12 “confio de vos, no Senhor, que nenhuma outra coisa sentireis; mas aquele que vos inquieta, seja ele quem for, sofrerá a condenação. Eu queria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando”.
Paulo pregara o Evangelho da liberdade. Cristo concedera a liberdade facultada pelo Evangelho. Fé, somente fé em Seu sacrifício. Fé e testemunho em favor de Cristo, eis tudo que era necessário. Entretanto, queriam novamente os gálatas meter-se debaixo da servidão do ritual mosaico; reviver os momentos solenes do sistema sacrifical e da infinidade de cerimônias, agora inúteis e sem nenhuma expressão, pois Jesus Cristo, o justo, tornara-se a oferta viva pelo pecado, o Cordeiro Pascal, e assim, abolira a Lei Cerimonial, conforme a mesma segura e abalizada palavra do apostolo Paulo em Colossenses 2:14.
“Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contraria, cravando-a na cruz”.
Foi realmente o que aconteceu. Ao bradar Jesus “ESTÀ CONSUMADO”, o véu do templo, que separava o lugar santo do Santíssimo, rasga-se de alto a baixo por mãos potentes e invisíveis (Mat. 27:51). Era o cumprimento in-loco de todas as profecias messiânicas do Antigo Testamento. Em especial a de Daniel, que agora cumpre-se fidedignamente:
Daniel 9:27
“Ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e as ofertas de manjares...”.
Terminara portanto o ritual que por milênios impressionara os judeus. Pendia altaneiro do Gol gota o Messias Jesus, a sombra e figura que apontava todos aqueles ritos cerimônias (Heb. 9). Por conseguinte, agora, a cruz tornara-se o emblema de fé, símbolo de salvação. Findara a era da justificação pelas obras da Lei Cerimonial, e raiava a era da justificação pela fé em Cristo. E isso os gálatas rejeitavam, absorvidos que estavam pelo vinto de doutrina dos “professores judaizantes”.
Paulo vai agora exteriorizar seu descontentamento abertamente por aqueles ensinadores heréticos que no seu entender queriam apenas se gloriar de que levaram os gálatas de volta ao judaísmo, rejeitando assim a mensagem pura e genuína do Evangelho Cristocêntrico
Gálatas 6:12
“todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esse vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos pos causa da cruz de Cristo”.
Paulo quer dizer que os “professores judaizantes” se furtavam ao cristianismo porque este exige renuncia e decisão; sobretudo vive-lo era expor-se ao escárnio bem como a morte, risco a que Paulo nunca se furtou (II Cor. 11:23-28). E eles não desejavam isso. Como bem dissera o apostolo, o que não queriam era “ser perseguidos por causa da cruz de Cristo”. No entanto, na Igreja pareciam verdadeiros cordeirinhos, de fala macia e gestos delicados. Tudo fingimento. O que desejavam, de fato era tripudiar a fé dos crentes da galácia. Lamentavelmente conseguiram. Levaram-nos a enamorar-se da circuncisão e colocá-la em pratica, em plena era Cristo-lógica. (conseguiram, inclusive, levá-los a se constituírem inimigos do apostolo Paulo. Gálatas 4:16).
É como hoje, se por um lado não se corre risco nenhum de nomear-se o nome de cristão, podendo portanto testemunhar abundantemente da cruz do Salvador, há por outro uma enorme tendência de transigir com pecado, conformando-se com erro, e por pouco, quase nada, deixa-se cair o estandarte ensangüentado do Filho de Deus. Assim que, hoje milhões aceitam o sábado, o 4º mandamento da Lei Moral, como o dia do Senhor, separado e santificado para observância. Mas porque lhes falta coragem para colocar em pratica essa fé, por medo de pedi-lo ao patrão, não o observam. Fecham assim a torneira das bênçãos celestes. Desobedecem a Deus e submetem-se aos homens. Que fazer? Se se conformam com tostões, paciência, há os que não se satisfazem com milhões. Cada um tem a quantidade de benção que quer. O reservatório celeste continua cheio. Fé é o meio de abri-lo, mas uma fé operante, traduzida em obediência.
Ainda esta na arena o paladino da verdade – o defensor do cristianismo.
Gálatas 6:13 “porque em ainda esses mesmos que se circuncidam guardam a Lei mas querem que vos circuncideis para se gloriarem na vossa carne.”